domingo, agosto 28, 2005

Ai Amiga, Amiga…

Pior do que a falta de apetite para postar, é a Amiga cobrar-me publicamente pela falta do mesmo. Aparte tal acusação, ela é sms, ela é e-mails, ela é telefonemas, ela é até postais do correio!!! Ai se ela não fosse casada… isto das “sociedades anónimas” têm muito que se lhe diga, ó se têm!!!
Felizmente que hoje, resolveu ir apanhar sol e levar o “Equador” para ler.
Também, depois de uma noite tão escaldante como a do post anterior, bem que estava a precisar de relaxar!
As mulheres são tão cómicas…
Ai Amiga, Amiga…
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quinta-feira, agosto 25, 2005

Inferno real



        Deitada na cama, ia-me movendo incontrolavelmente. Contrariamente ao meu corpo, a minha boca estava seca e eu sentia-me ofegante e terrivelmente apavorada. Procurava o teu corpo, para que ele me pudesse proteger. Mas, esqueci-me que tu já não estavas, que já não te podia encontrar a meu lado, deitado, comigo, na cama.
        Tentei que os olhos se abrissem, mas não abriam. Estavam serrados no escuro, para que o medo fosse maior. À volta as chamas faziam com que o meu corpo fosse transpirando mais e mais e eu, aos poucos, começava a enlouquecer. Gritava por ajuda, mas o barulho do fogo a destruir sonhos e vidas fazia com que o meu grito não fosse ouvido. Sentia-me perdida. Por duas vezes me via metida no meio daquele pesadelo. Naquele momento, o meu interior, sofria e o meu exterior, exaltado, chorava. Agarrava furiosamente os lençóis que me iam mantendo viva no meio daquele inferno onde as pessoas corriam aterrorizadas tentando fugir de um mundo que só lhes fazia sofrer; um mundo que lhes parecera sempre tão injusto e que aqueles pobres seres tanto lutavam para que essa injustiça fosse corrigida, construindo, assim, os seus sonhos e que agora os viam a ser destruídos num ápice como se lhes tivessem a comer as almas. As lágrimas daqueles humanos suplicando por uma força do Além que pudesse emendar tudo o que estava acontecer naquele momento, ia fazendo com que eu não suportasse mais aquele cenário.
        O fogo, à medida que se apoderava de tudo, ia-se rindo piedosamente como se fosse o Todo Poderoso que, naquele momento, todos temiam.
De repente, vejo-me salva... Os meus olhos abriram-se. Compreendi, então, que estava a sonhar. Um sonho que já me era tão real que eu nem me apercebera que se tratava, apenas, de um pesadelo. Olhei em volta e, de olhos ainda húmidos, sorri por me aperceber que estava bem, mas esse sorriso durou apenas uns breves instantes. Eram, aproximadamente, 5:12 AM e tive medo de voltar adormecer, por isso, liguei a televisão. Arrependi-me. Era notícia de última hora que várias zonas do País estavam arder. Arrepiei-me e desliguei, de imediato, a televisão. Fechei os olhos e, com toda a minha força, pensei em algo que me fizesse feliz. Assim adormeci, de sorriso forçado e de lágrima nos olhos. Quando vi o que se estava a passar neste mundo, achei que a solução seria continuar a sonhar... Pois, de certo, o sonho ainda seria o melhor caminho...
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Ai roque, roque!

Ai roque, roque!
É inacreditável! Uma pessoa vai de férias, mas se estiver à espera que este blog sobreviva bem pode esperar sentada! E se estivermos à espera que seja o Roque a manter vivo este blog, então a esperança de que “O Roque e a Amiga” terá pernas para andar, bem que pode ser esquecida!

Mas estou de volta, por isso, o roque que ande na linha que agora não vai haver qualquer descuido.

Ai se não for eu (mulher) a fazer com que este roque (homem) trabalhe, o mundo bem que estava desgraçado…!

:D
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segunda-feira, agosto 08, 2005

Delírios de uma noite de Verão

Isto de se iniciar um blog e ser largado sozinho, enquanto a outra metade da parceria está numa espreguiçadeira, com algum “cámone” a passar-lhe creme nas costas, não está muito correcto, não senhor!
Mas lá diz o ditado que, enquanto a cigarra vai cantando durante o Verão, a desgraçada da formiguinha lá tem que continuar a trabalhar para, diz-se, ter algum bem-estar no Inverno. Bahhh…
Ora isto das férias de Inverno deram-me que pensar… ó se deram!!!
Vai daí que, estive seriamente a pensar em trabalhar mais e mais e, no cujo dito Inverno, ir dar uma passeata até à terra dos chocolates. Parece-vos bem? Estou a imaginar-vos neste momento a esturricar de calor e a pensar na frescura da minha estadia em plena serra coberta de neve, rárárárárá!!!
Ele há cada pensamento mais esquisito, nestes fins de tardes de Verão!!!
Fiquem-se com esta musica para vos refrescar as ideias, que eu estou a ouvi-la também...

http://www.putfile.com/media.php?n=Sunshine-Reggae
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quarta-feira, agosto 03, 2005

Drive

Neste tórrido fim de tarde de Agosto, com o ocaso a iniciar-se, e tendo como fundo os reflexos dourados do Sol em pleno mar, como que aproveitando a frescura do mesmo, resolvi deixar-vos esta musica de fundo que estou a ouvir na companhia de uma cervejinha estupidamente gelada. Espero que a mesma vos traga a recordação de alguns momentos bem passados, assim como alguns "amassos" dignos de um qualquer fim de dia de Verão, numa qualquer praia, de mãos dadas quem vós sabeis. Aproveitem para sentir o som!

http://www.putfile.com/media.php?n=Cars49
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segunda-feira, agosto 01, 2005

Descrição sumária

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Então é assim, o Roque é o bebé negro e a Amiga é o bebé branco.

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Fomos criados neste infantário e à custa de muito cairmos ao chão, ficámos assim apanhadinhos.

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E gostamos muito de animais (ainda não sei como a Amiga não foi decapitada).
E assim nos vamos revelando, à medida que o tempo for passando.
Cenas dos próximos capítulos já a seguir.
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Aqui vamos nós

O Roque e a Amiga, não são mais do que duas pestinhas - em tamanho grande - que não se suportam, falando, mas lá se vão entendendo, teclando!

Enquanto as cadeiras não começarem a voar, por cá andaremos a dizer o que nos apetecer, nem que seja mal um do outro falar, até um de nós não lhe apetecer!


Ora sejam muito bem-vindos!
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